Novo Cangaço: oito suspeitos mortos em Goiás eram de SP, diz polícia

Vinicius Schmidt/Metropoles

Policiais suspeitam que quadrilha planejava crime no estilo “novo cangaço” na cidade de Nova Crixás (GO). Chácara era usada como QG do crime

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Goiânia – Os oito mortos em ação policial numa chácara do município de Araçu, a cerca de 80 km da capital goiana, seriam do estado de São Paulo, segundo informação repassada pelo porta-voz da Polícia Militar de Goiás (PMGO), coronel Marcelo Granja.

Os suspeitos estariam planejando um roubo a banco, no estilo chamado novo cangaço, na cidade de Nova Crixás. Militares do Comando de Operações de Divisas (COD) chegaram à chácara onde a quadrilha se organizava, quando teriam sido recebidos a tiros.

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Os oito suspeitos foram levados pelos militares para o hospital municipal de Araçu, mas nenhum deles sobreviveu. Nenhum policial foi ferido durante a operação.

A ação foi realizada a partir de um serviço de inteligência que começou há 60 dias, segundo o subcomandante-geral da PMGO, coronel André Henrique Avelar.

Cidade seria invadida

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Os militares suspeitam que o alvo dos criminosos seria a cidade de Nova Crixás, porque um deles teria um documento que comprovaria a sua passagem pela cidade, que fica a 360 quilômetros de Araçu.

“Verificamos pertences dos indivíduos e, em um deles, foi identificado atendimento médico em Nova Crixás, o que nos leva a crer que provavelmente já tinham feito levantamento da cidade e poderiam agir naquele local a qualquer hora e qualquer momento”, avalia o coronel Marcelo Granja.

A chácara onde os oito suspeitos estavam hospedados fica em um local de difícil acesso e tem uma piscina. Um casal, proprietário da chácara, estava no local no momento do tiroteio, mas nenhum deles se machucou, pois estavam em outra casa. Conforme a PM, o casal não saberia do objetivo dos hóspedes.

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Os militares apreenderam três armas longas, cinco pistolas, dois revólveres, munições, três rádios comunicadores, além de celulares. Também foram encontrados explosivos caseiros, que seriam de alto poder destrutivo, segundo a polícia. Ainda é investigado se há outros integrantes da quadrilha.

Fonte: Thalys Alcântara Vinícius Schmidt/Metrópoles

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