Alvinegro vai de primeiro tempo travado a baile e olé no fim
Por Giba Perez — Rio de Janeiro
24/10/2024 19h07 Atualizado há 2 horas
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Botafogo 5 x 0 Peñarol | Melhores momentos | Semifinal | CONMEBOL Libertadores 2024
A goleada do Botafogo por 5 a 0 sobre o Peñarol, com gols de Savarino (2), Barboza, Luiz Henrique e Igor Jesus, não foi construída só em cima de momentos tranquilos. O roteiro da noite mágica alvinegra começou com tensão e muita catimba dos uruguaios.
O ge te convida a ver de uma nova perspectiva, da beira do gramado, de tudo que aconteceu dentro de campo, das discussões, empurrões e provocações, até a cabeçada certeira de Igor Jesus que decretou a goleada histórica, colocando um pé em uma final continental inédita.
Começo quente
O Peñarol deu o tom do que seria a primeira etapa logo nos minutos iniciais. Na primeira dividida mais forte, os jogadores chegaram já empurrando os alvinegros e gerando uma grande confusão. Luiz Henrique, espertamente, ficou longe da treta.
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Peñarol e Botafogo começam o jogo com treta e Luiz Henrique evita confusão
A cada chance de bola parada perto da área do Peñarol, as confusões continuavam. Gregore era um dos que mais se envolvia nos entreveros com os uruguaios, sempre pensando no coletivo (veja no vídeo abaixo). Os jogadores alvinegros exageraram no tom de algumas entradas que poderiam ter sido advertidas mais duramente pela arbitragem.
– É normal, é coisa de jogo. Eles acabam falando coisas ali, eu sou um cara que não aceito, vou lutar pelos meus companheiros. Tento proteger para que eles se concentrem no jogo. É normal essa catimba deles – afirmou o jogador na zona mista.
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Gregore, do Botafogo, discute com jogadores do Peñarol
A cada lance de disputa de bola, os jogadores uruguaios caíam no gramado, rolavam e pediam revisão da arbitragem. Até mesmo o centroavante Igor Jesus, quase sempre calmo, se irritou quando Darias caiu reclamando de um toque no rosto.
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Igor Jesus, do Botafogo, perde a paciência com catimba do Peñarol
Em um dos últimos lances do primeiro tempo, o goleiro Aguerre saiu para cortar uma bola pelo alto e caiu no chão. Foram longos minutos de atendimento até que ele voltasse ao jogo. O uruguaio, que demorava muito para cobrar o tiro de meta, já havia provocado a torcida com um gesto de “chororô” quando reclamaram da demora.
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Goleiro do Peñarol cai no gramado, demora a levantar e irrita o Botafogo
O apito final depois de apenas quatro minutos de acréscimos no primeiro tempo gerou muita reclamação do volante Marlon Freitas, capitão da equipe. Enquanto tentava falar com Andres Rojas, o árbitro colombiano, era mandado embora. O juiz chegou a ameaçar dar um amarelo ao jogador.
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Marlon Freitas reclama dos acréscimos em Botafogo x Peñarol
Baile e êxtase
A volta para a segunda etapa mostrou um Botafogo muito mais ligado do que nos primeiros 45 minutos. Luiz Henrique tinha mais oportunidades e espaço para construir e foi assim que saiu o primeiro gol em passe para Savarino.
Dali abriu a porteira e começou a festa. Em um espaço de poucos minutos vieram outros dois. Nem mesmo a reclamação dos uruguaios no gol de Barboza, o segundo, ofuscou o momento alvinegro.
Ao marcar o quarto, Luiz Henrique foi para o canto do campo e fez uma dancinha. Ele que levou cartão amarelo logo no começo do jogo, sofreu com provocações ao longo de todo o jogo sem nunca perder a calma.
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Veja festa dos gols do Botafogo contra o Peñarol da beira do campo
Com o placar consolidado, o baile ganhou a música tema, um olé entoado pelas arquibancadas lotadas do Nilton Santos. O êxtase de quem vai dormir tranquilo sabendo que tem compromisso em Buenos Aires no dia 30 de novembro.
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Torcida do Botafogo faz a festa e grita olé contra o Peñarol
Fonte: ge
