Atlético-MG busca empate com reservas do Palmeiras, mas adia “jogo de título”

Palmeiras x Atlético-MG (Foto: Marcos Ribolli)

Com cabeça na Libertadores, Verdão joga bem e fica duas vezes à frente no placar; Galo empata, mas não aproveita tropeço do Flamengo e mantém cariocas com chances

Empate eletrizante

Palmeiras e Atlético-MG fizeram um jogo brigado e movimentado no Allianz Parque, na noite desta terça-feira. Com objetivos bem diferentes, os rivais alternaram bons momentos e ficaram no empate por 2 a 2, em jogo que abriu a 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mesmo com time reserva e pensando na final da Libertadores, o Verdão jogou bem e ficou duas vezes à frente no placar, com Wesley e Deyverson – e ainda perdeu um pênalti com Patrick de Paula, pouco antes do segundo gol. Já o Galo, ansioso pelo título, buscou a igualdade com Zaracho e Hulk, mas não conseguiu abrir distância do Flamengo, que também empatou nesta terça, com o Grêmio. Sem a vitória, o time de Cuca não tem possibilidade de confirmar o título já no domingo, contra o Fluminense. E terá de esperar um pouco mais.

Como fica?

O empate leva o líder Atlético-MG aos 75 pontos, contra 67 do vice-líder Flamengo. Mesmo que vença o Fluminense no domingo, ainda não será possível comemorar o título – essa confirmação pode sair, no mínimo, no dia 2 de dezembro, em jogo contra o Bahia, atrasado da 32ª rodada. Já o Palmeiras vai a 59 pontos, confortável em terceiro lugar.

O último teste

Já com a cabeça na final da Libertadores, o Palmeiras teve time todo reserva em campo, exceção feita ao lateral-direito Marcos Rocha, que está suspenso na decisão de sábado contra o Flamengo. Nomes como Wesley e Deyverson se destacaram, com gols e chances criadas. Mais opções para Abel Ferreira, que nem esteve no banco, suspenso.

Ansiedade aumenta

O torcedor do Atlético-MG conta os dias (e jogos) para, enfim, comemorar um título brasileiro depois de 50 anos. O empate desta terça adiou o sonho por mais alguns dias, já que uma vitória contra o Fluminense, no domingo, num Mineirão provavelmente lotado, não confirmará a conquista. O atacante Hulk, artilheiro do Brasileirão, admite a ansiedade e pede casa cheia no fim de semana.

Primeiro tempo

O jogo começou mais pilhado do que jogado, inclusive com algumas discussões que esquentaram o clima – Hulk com Deyverson, e Diego Costa com Kuscevic. Na bola, os reservas do Palmeiras conseguiram equilibrar as ações graças às jogadas em velocidade com Gabriel Veron e Wesley e um meio-campo mais leve. Mais agudo, Wesley teve a primeira grande chance após passe de Deyverson, chute cruzado e boa defesa de Everson. Depois, aos 27, o mesmo Wesley recebeu de Gabriel Veron, deu um corte em Guga e chutou cruzado para fazer 1 a 0. Em desvantagem, o Galo aumentou a pressão e chegou ao empate aos 35, com Zaracho invadindo a área e aproveitando rebote de Jailson após chute de Guilherme Arana. Empate justo para um primeiro tempo equilibrado em posse (57% a favor do Galo) e finalizações (5 do Palmeiras, 6 do Atlético).

Segundo tempo

Keno voltou no lugar de Diego Costa, dando mais velocidade ao ataque, mas diminuindo a presença de área e briga com os zagueiros. O Palmeiras continuou equilibrando as ações e conseguiu um pênalti após chute de Danilo Barbosa que desviou no braço de Junior Alonso – pênalti que Patrick de Paula cobrou com força, mas Everson defendeu. Curiosamente, no lance seguinte, o goleiro do Galo falhou na saída de gol em cobrança de escanteio, e Deyverson cabeceou para o gol vazio: 2 a 1. No entanto, Hulk ainda não tinha deixado o dele – o que aconteceu logo aos 15 minutos, em chutaço de primeira de fora da área, o 15º gol do atacante no Brasileirão. O 16º quase saiu pouco depois, em cabeçada na trave. Apesar das chances de Hulk e já sabendo do empate do Flamengo contra o Grêmio, o Galo não conseguiu a virada.

Clima esquentou

Em um jogo de boas disputas entre os rivais em campo, chamou a atenção a discussão quente entre o lateral-esquerdo Jorge e o auxiliar João Martins, do Palmeiras, após a substituição do jogador. No fim, porém, tudo se acertou com um bate-papo amistoso.

Jogadores do Palmeiras antes de jogo contra o Atlético-MG (Foto: Marcos Ribolli)

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Palmeiras x Atlético-MG (Foto: Marcos Ribolli)

Com cabeça na Libertadores, Verdão joga bem e fica duas vezes à frente no placar; Galo empata, mas não aproveita tropeço do Flamengo e mantém cariocas com chances

Empate eletrizante

Palmeiras e Atlético-MG fizeram um jogo brigado e movimentado no Allianz Parque, na noite desta terça-feira. Com objetivos bem diferentes, os rivais alternaram bons momentos e ficaram no empate por 2 a 2, em jogo que abriu a 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mesmo com time reserva e pensando na final da Libertadores, o Verdão jogou bem e ficou duas vezes à frente no placar, com Wesley e Deyverson – e ainda perdeu um pênalti com Patrick de Paula, pouco antes do segundo gol. Já o Galo, ansioso pelo título, buscou a igualdade com Zaracho e Hulk, mas não conseguiu abrir distância do Flamengo, que também empatou nesta terça, com o Grêmio. Sem a vitória, o time de Cuca não tem possibilidade de confirmar o título já no domingo, contra o Fluminense. E terá de esperar um pouco mais.

Como fica?

O empate leva o líder Atlético-MG aos 75 pontos, contra 67 do vice-líder Flamengo. Mesmo que vença o Fluminense no domingo, ainda não será possível comemorar o título – essa confirmação pode sair, no mínimo, no dia 2 de dezembro, em jogo contra o Bahia, atrasado da 32ª rodada. Já o Palmeiras vai a 59 pontos, confortável em terceiro lugar.

O último teste

Já com a cabeça na final da Libertadores, o Palmeiras teve time todo reserva em campo, exceção feita ao lateral-direito Marcos Rocha, que está suspenso na decisão de sábado contra o Flamengo. Nomes como Wesley e Deyverson se destacaram, com gols e chances criadas. Mais opções para Abel Ferreira, que nem esteve no banco, suspenso.

Ansiedade aumenta

O torcedor do Atlético-MG conta os dias (e jogos) para, enfim, comemorar um título brasileiro depois de 50 anos. O empate desta terça adiou o sonho por mais alguns dias, já que uma vitória contra o Fluminense, no domingo, num Mineirão provavelmente lotado, não confirmará a conquista. O atacante Hulk, artilheiro do Brasileirão, admite a ansiedade e pede casa cheia no fim de semana.

Primeiro tempo

O jogo começou mais pilhado do que jogado, inclusive com algumas discussões que esquentaram o clima – Hulk com Deyverson, e Diego Costa com Kuscevic. Na bola, os reservas do Palmeiras conseguiram equilibrar as ações graças às jogadas em velocidade com Gabriel Veron e Wesley e um meio-campo mais leve. Mais agudo, Wesley teve a primeira grande chance após passe de Deyverson, chute cruzado e boa defesa de Everson. Depois, aos 27, o mesmo Wesley recebeu de Gabriel Veron, deu um corte em Guga e chutou cruzado para fazer 1 a 0. Em desvantagem, o Galo aumentou a pressão e chegou ao empate aos 35, com Zaracho invadindo a área e aproveitando rebote de Jailson após chute de Guilherme Arana. Empate justo para um primeiro tempo equilibrado em posse (57% a favor do Galo) e finalizações (5 do Palmeiras, 6 do Atlético).

Segundo tempo

Keno voltou no lugar de Diego Costa, dando mais velocidade ao ataque, mas diminuindo a presença de área e briga com os zagueiros. O Palmeiras continuou equilibrando as ações e conseguiu um pênalti após chute de Danilo Barbosa que desviou no braço de Junior Alonso – pênalti que Patrick de Paula cobrou com força, mas Everson defendeu. Curiosamente, no lance seguinte, o goleiro do Galo falhou na saída de gol em cobrança de escanteio, e Deyverson cabeceou para o gol vazio: 2 a 1. No entanto, Hulk ainda não tinha deixado o dele – o que aconteceu logo aos 15 minutos, em chutaço de primeira de fora da área, o 15º gol do atacante no Brasileirão. O 16º quase saiu pouco depois, em cabeçada na trave. Apesar das chances de Hulk e já sabendo do empate do Flamengo contra o Grêmio, o Galo não conseguiu a virada.

Clima esquentou

Em um jogo de boas disputas entre os rivais em campo, chamou a atenção a discussão quente entre o lateral-esquerdo Jorge e o auxiliar João Martins, do Palmeiras, após a substituição do jogador. No fim, porém, tudo se acertou com um bate-papo amistoso.

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Jogadores do Palmeiras antes de jogo contra o Atlético-MG (Foto: Marcos Ribolli)

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Hulk e Zaracho comemoram gol do Atlético-MG contra o Palmeiras (Foto: Marcello Zambrana/AGIF)

Público e renda

Público: 17.744 torcedores.

Renda: R$ 1.018.080,19.

Torcida do Palmeiras em jogo contra o Atlético-MG (Foto: Marcos Ribolli)

    O que vem por aí?

    O Palmeiras embarca para Montevidéu já nesta quarta-feira e decide a Libertadores no próximo sábado contra o Flamengo, às 17h (de Brasília), no estádio Centenário. O Atlético-MG recebe o Fluminense domingo, no Mineirão, às 16h, em jogo válido pela 36ª rodada do Brasileirão.

Fonte: Lance a lance

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