Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Teresina – NORTE — Foto: Lívia Ferreira /g1
O caso ocorreu no dia 5 de junho, depois que a vítima saiu de um show na Zona Leste da capital. Um inquérito policial foi aberto após a jovem registrar um boletim de ocorrência.
A delegada Cláudia Elisa Pinheiro, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Teresina – Norte, informou ao g1 nesta terça-feira (14) que o mototaxista suspeito de importunação sexual contra uma jovem de 19 anos foi identificado.
O caso ocorreu no dia 5 de junho, depois que a vítima saiu de um show na Zona Leste da capital e pegou o mototáxi para a casa de uma amiga na Zona Norte. A moça relatou que o mototaxista tentou fazer com que ela o abraçasse durante a corrida em que, de acordo com a denúncia, ele ficou com o pênis de fora da roupa e se masturbou.
“Ele pegava na minha mão, ‘me abrace aqui’, querendo que eu abraçasse ele, ficava puxando a minha mão e eu segurava no ferro de trás da moto”, contou.
Após o ocorrido, a estudante foi até a Central de Flagrantes para registrar um boletim de ocorrência. Segundo a delegada, o inquérito policial foi aberto há menos de 15 dias. O prazo para a conclusão da investigação é de 30 dias, podendo ser prorrogado.
“Ainda não está detido, mas ele já foi identificado, nós já sabemos quem é, endereço e tudo”, declarou a delegada.
Mototaxista clandestino

Passageira denuncia mototaxista por importunação sexual em Teresina — Foto: Arquivo Pessoal
O Sindicato de Mototaxistas de Teresina (Sindmot) afirmou que o homem não tem permissão da prefeitura para circular como mototáxi, que deve ter adquirido apenas o colete e circulava sem moto, placa e capacete devidamente sinalizados para a função.
O Sindmot alertou que a população deve ficar atenta a esses itens de identificação antes de pegar corrida com mototaxistas e que devem denunciar os motociclistas que exercem a profissão de forma clandestina junto à Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans).
*Estagiária sob supervisão de Catarina Costa.
Fonte: Por Lívia Ferreira* e Laura Moura, g1 PI
