Reprodução/Redes sociais
Há mais de um mês nos EUA, ex-presidente Jair Bolsonaro não confirmou se pretende entrar com um pedido de dupla cidadania
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que por ter avós nascidos na Itália, ele também é italiano e tem direito a obter dupla cidadania. A declaração foi dada ao jornal italiano Corriere della Sera, em Orlando, nos Estados Unidos.
“Pela legislação, eu sou italiano, eu tenho avós nascidos na Itália, e a legislação de vocês diz que sou italiano”, afirmou.
Bolsonaro, porém, não confirmou se pretende entrar com um pedido de cidadania italiana. Disse somente que “com pouquíssima burocracia”, ele “teria a cidadania plena”.
Veja abaixo:
A declaração do ex-presidente ocorre em meio às cobranças de políticos da oposição para que ele seja responsabilizado politicamente pelos atos golpistas de 8 de janeiro, quando bolsonaristas radicais invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília.
Bolsonaro nos EUA
Após ter sido derrotado nas eleições presidenciais do ano passado, Jair Bolsonaro adotou uma agenda reclusa e deixou o país em 30 de dezembro rumo a Orlando, nos Estados Unidos. Ele não participou da posse de seu sucessor, o petista Luiz Inácio Lula da Silva.
Bolsonaro foi para os EUA com um visto A-1, frequentemente reservado a diplomatas e chefes de Estado. A permissão perdeu a validade no fim de janeiro. No dia 27 do mesmo mês, ele solicitou ao governo norte-americano um novo visto de visitante para permanecer no país. Se aceito, o ex-mandatário poderá permanecer nos EUA por mais seis meses.
Bolsonaro nos EUA
Após ter sido derrotado nas eleições presidenciais do ano passado, Jair Bolsonaro adotou uma agenda reclusa e deixou o país em 30 de dezembro rumo a Orlando, nos Estados Unidos. Ele não participou da posse de seu sucessor, o petista Luiz Inácio Lula da Silva.
Bolsonaro foi para os EUA com um visto A-1, frequentemente reservado a diplomatas e chefes de Estado. A permissão perdeu a validade no fim de janeiro. No dia 27 do mesmo mês, ele solicitou ao governo norte-americano um novo visto de visitante para permanecer no país. Se aceito, o ex-mandatário poderá permanecer nos EUA por mais seis meses.
Fonte: Mayara da Paz/Metrópoles
